Os quadrinhos visitam a música

Uma série de capas de discos (se não sabe o que é isso, clique aqui) criadas por autores de quadrinhos:

Visto aqui, aqui, aqui e aqui.

Capitão América, por Bruce Timm

Visto aqui.

Feliz Aniversário, Jack

Se estivesse vivo, Jack Kirby estaria completando, hoje, 95 anos. Considerado uma das lendas da indústria dos quadrinhos e pai de muitos personagens que são admirados até hoje (vide o sucesso recente do filme dos Vingadores, apesar da polêmica gerada em torno dos créditos do filme), e outros tantos não tão conhecidos do grande público, Kirby foi uma das mentes (e mãos) mais prolíficas da história, deixando para a posterioridade um legado internacionalmente reconhecido, além de uma legião de seguidores, leitores e artistas para os quais, cada vez mais, serve de inspiração.

Ele criou uma nova maneira de contar histórias e um estilo cinematográfico para representar o movimento de seus personagens. Caracteres esculpidos em madeira pulavam de uma quadro a outro – ou mesmo de uma página – sob o risco de caírem para fora da página, no colo do leitor. A força de seus golpes era visivelmente e explosivamente evidente. Mesmo em repouso, um personagem de Kirby pulsava com tensão e energia, de uma maneira que versões cinematográficas dos mesmos personagens pareçam, em comparação, estáticos.

The New York Times

Visto aqui.

DC Comics no Robot Chicken

Trailer do futuro episódio de Robot Chicken, com os personagens da DC Comics:

 
Esse será impagável! Visto aqui.

Tac Au Tac

Um vídeo do programa francês Tac Au Tac, com uma aula de desenho protagonizada por Moebius, Joe Kubert e Neal Adams, gravada em Nova Iorque, em 30 de setembro de 1972.

 
Visto aqui.

As 25 mais de Kibert

No rastro das homenagens póstumas a Joe Kubert, o Comic Book Resources elencou o que, na opinião de seu colunista Brian Cronin seriam as 25 melhores capas produzidas pelo mestre.

Veja aí:

Visto aqui.

O morcego voa, mas não pousa

Um bando de estudantes de física da Universidade de Leicester, nas falta de algo melhor pra fazer e querendo mostrar a todos seus conhecimentos das nobres artes (a Física e os Quadrinhos) demonstrou, num estudo, denominado Trajectory of a falling Batman (Trajetória do Batman em Queda, em tradução livre), que a famosa cena de Batman Begins, em que o morcego salta de um prédio e pousa numa boa, seria impossível: para que ele não se esborrachasse no chão, sua capa deveria ser maior do que é, ou deveria utilizar jatos para manter seu vôo ativo.

Caso você esteja interessado e queira saber mais, clique aqui para ler o artigo completo. E veja, aí embaixo, a tal cena do vôo:

 
Visto aqui.

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